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Terça Feira, 17 de Março de 2026

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Milho: Mercado Brasil registra negócios lentos e leve alta nos preços

17 de Março de 2026 as 09h 25min

Atraso na colheita da soja e custos logísticos influenciam o ritmo das negociações – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de milho apresentou ritmo mais lento de negociações ao longo da semana, com produtores adotando postura mais cautelosa na oferta e compradores demonstrando prudência na aquisição de novos lotes. O resultado é menor volume de negócios, apesar de leve valorização das cotações em algumas regiões do país.

As atenções do setor seguem voltadas às condições climáticas e ao avanço da colheita da soja, que ainda apresenta atraso em diversas regiões. Como consequência, o plantio do milho safrinha também ocorre de forma mais lenta, o que gera preocupação entre agentes do mercado quanto ao potencial produtivo da segunda safra.

Outro fator que influencia as negociações é o aumento dos custos de frete. Além disso, a volatilidade do dólar e do cenário internacional, intensificada pelas tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, contribui para um ambiente de maior cautela.

No mercado interno, o valor médio da saca de milho foi cotado em R$ 66,27 no dia 12 de março, alta de 0,65% em relação à semana anterior. Entre as principais praças, os preços permaneceram estáveis em regiões como Cascavel/PR, Campinas/SP e Rio Verde/GO, enquanto cidades como Erechim/RS e Uberlândia/MG registraram leves altas.

No cenário externo, as cotações do milho apresentaram maior firmeza na Bolsa de Chicago. A alta do petróleo e a falta de novidades relevantes sobre a safra dos Estados Unidos ajudaram a sustentar os preços do cereal no mercado internacional.

As exportações brasileiras também seguem aquecidas. Nos primeiros cinco dias úteis de março, o país embarcou cerca de 311 mil toneladas de milho, gerando receita de US$ 72,5 milhões. Na comparação com o mesmo período de 2025, houve aumento de 31,6% no valor médio diário exportado e crescimento de 35,7% no volume embarcado, embora o preço médio da tonelada tenha registrado leve queda.

Fonte: DA REPORTAGEM

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