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MT imuniza 99,83% do rebanho na segunda etapa de vacinação

03 de Fevereiro de 2022 as 09h 01min

Já foram vacinados mais de 15 milhões de bovinos e bubalinos – Foto: Chico Valdiner

Mato Grosso vacinou 15.251.763 bovinos e bubalinos na segunda etapa de vacinação contra febre aftosa e atingiu 99,83% do rebanho a ser vacinado no Estado. Nessa etapa, foi obrigatória a vacinação de bovinos e bubalinos até dois anos de idade, exceto nos estabelecimentos rurais do Baixo Pantanal Mato-grossense, onde a vacinação atingiu todas as idades.

“A baixa inadimplência é resultado dos trabalhos de divulgação, educação sanitária, fiscalização e dedicação dos produtores rurais”, apontou o médico veterinário João Marcelo Brandini Néspoli, da Coordenadoria de Sanidade Animal do Indea.

Na Zona Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, localizada na região Noroeste de Mato Grosso, que compreende o município de Rondolândia em sua totalidade e partes dos municípios de Comodoro, Juína, Aripuanã e Colniza, a vacinação está proibida desde 2020.

Conforme a série histórica da vacinação de animais jovens nos últimos 21 anos, observa-se que desde 2007 as etapas envolvendo bovinos e bubalinos até dois anos de idade têm alcançado índices de vacinação superiores a 99%.

No decorrer da etapa, foram fiscalizadas as vacinações em 2.492 estabelecimentos rurais com um rebanho de 477.451 bovinos. No dia 14 de dezembro, quando os dados foram extraídos, havia um total de 4.822 inadimplentes. Com a atuação das equipes do Indea, em 26 de janeiro o número caiu para 812 casos remanescentes a serem resolvidos. Outro dado importante é que as taxas de vacinação e rebanhos nas diferentes Unidades Regionais do Indea do Estado verifica-se homogeneidade na aplicação da vacina. Todas com índices superiores a 99%.  

O Indea e os produtores rurais tem se esforçado para que 2022 seja o último ano da vacinação contra a febre aftosa. A ideia é se conseguir o status de Zona Livre da Febre Aftosa Sem Vacinação e, com isso, atingir mercados mais exigentes e que remuneram melhor ao produtor.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA

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