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MT: maior produtividade e aluguel de pasto fazem pecuarista lucrar mais
02 de Abril de 2025 as 15h 30min

Melhorar a produtividade do rebanho leiteiro, garantir alimento farto e de qualidade para o gado de corte e ainda gerar uma outra fonte de renda alugando parte da área de pasto da fazenda. Estas são algumas ações que com conhecimento podem impulsionar o desenvolvimento de uma propriedade rural.
A paixão pelo campo corre nas veias do ‘seo’ Manoel Maria Pereira desde os tempos de criança. Filho e neto de produtores, ele sempre quis escrever a sua própria história no agro e que começou a fazer quando adquiriu a propriedade. Mas, para isso foi preciso muito trabalho, esforço e muito suor.
A propriedade de 116 hectares está localizada em Nova Brasilândia. Antes disso, ‘seo’ Manoel trabalhou por cerca de quatro anos na cidade, além de outros seis em Cuiabá. Ao voltar para Nova Brasilândia trabalhou dois anos com o pai até surgir a oportunidade de adquirir junto com três irmãos uma área de 217 hectares, dos quais 116 atualmente são seus.
No local as atividades desempenhadas são a bovinocultura leiteira e a de corte. Do leite, segundo o pecuarista, é feito o queijo. “Foi uma grande batalha. Naquela época nós não sabíamos jogar calcário. Com a chegada do Senar é que eu consegui fazer piquete de três hectares, corrigir com calcário e adubação, semente de qualidade para ter uma pastagem boa. Veio sobrar pasto para mais de 70 vacas só nesses três hectares”, comenta o produtor.
O produtor conta que antes da chegada do Senar Mato Grosso, por meio do programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Bovinocultura de Leite, utilizava 50 hectares para as vacas leiteiras, onde separava o manejo em uma área de 20 hectares e outra de 30 hectares.
“Então, eu não tinha pasto para o meu gado de corte e tinha que alugar. [Hoje, é] ao contrário e ainda me sobra para algumas para mais 20 cabeças para vizinho. Aumentou mais uma fonte de renda”.
A mudança observada na propriedade do ‘seo’ Manoel é fruto de um trabalho conjunto realizado com a chegada do Senar Mato Grosso: o conhecimento e informação técnica da entidade mais a vontade do produtor em colocar em prática aquilo que era recomendado.
O atendimento da ATeG do Senar Mato Grosso com foco na bovinocultura leiteira na Fazenda 4 Irmãos começou há praticamente três anos e está na fase de encerramento. Nos últimos dois anos o conhecimento e a informação foram levados pelo técnico de campo Mateus Sodré Ferreira e, conforme ele, a evolução da propriedade é nítida.
“A gente passa por um período transformador. A gente partiu de um sistema de produção tradicional e estamos em constante evolução. Hoje estamos em um sistema de produção mais tecnificado”.
O técnico de campo da ATeG Bovinocultura de Leite explica que no local foram trabalhados desde o básico da pastagem, para proporcionar um alimento de qualidade para os animais, até a questão tecnológica. Entre os trabalhos, também foi realizada a implantação do sistema de rotação de pastagem em uma área de três hectares.
“Quando nós chegamos na propriedade, o produtor tinha sistema de pastejo extensivo. Então, ele utilizava basicamente 50 hectares para poder alocar de 20 a 30 vacas. Apresentamos para ele a ideia. Separamos três hectares para ele começar, para ele poder acreditar, porque ele não acreditava”.
Fonte: DA REPORTAGEM - Canal Rural
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