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NO AZUL : Mato Grosso equilibra finanças e tem credibilidade recuperada
Agora Governo do Estado se prepara para investir 12% de sua receita líquida de 2021
20 de Outubro de 2020 as 06h 30min
O balanço aponta superávit de quase 15% – Foto: Christiano Antonucci
DA REPORTAGEM
O secretário de Estado de Fazenda Rogério Gallo, em entrevista concedida aos jornalistas avisou que “Atraso de salários, de fornecedores e repasses. Tudo isso faz parte do passado”. A declaração veio após o governo anunciar que freou o aumento descontrolado das despesas obrigatórias e aumentar a arrecadação, o Estado obteve no segundo quadrimestre deste ano um superávit de 15%, comparado ao mesmo período de 2019.
“Houve coragem do governador Mauro Mendes, e da Assembleia Legislativa, para chegarmos a este resultado, porque fizemos uma ampla revisão dos incentivos fiscais. Mantivemos os necessários para o desenvolvimento estadual e cortamos ou reduzimos os exagerados”, disse.
O balanço do 2º quadrimestre de 2020 aponta que o Estado teve superávit de quase 15% em relação ao mesmo período de 2019, mesmo em meio a uma pandemia. Gallo explicou como isso foi possível. “É preciso remontar a 2019 para responder essa questão. Fizemos uma ampla revisão dos benefícios fiscais do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Mantivemos os necessários para o desenvolvimento do Estado e reduzimos ou cortamos os exagerados”, revelou.
Outro ponto fundamental, para esta performance, foi o auxílio financeiro de R$ 600 pagos a mais de um milhão de mato-grossenses, que injetou quase R$ 3 bilhões no Estado e contribuiu na arrecadação.
A LOA 2021, entregue para votação na Assembleia Legislativa, no final de setembro, mostra que, pela primeira vez em mais de 10 anos, o governo vai gerar o maior volume de investimentos com recursos próprios. O secretario disse ainda que o ponto fundamental para chegar nesses números foi controlar as despesas e aumentar a receita do Estado.
“até 2019 [Mato Grosso] estava em uma trajetória de aumento descontrolado das despesas obrigatórias, notadamente da folha de pagamento. Foi corrigida em 2019, tanto com a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, que colocou freio nisso, quanto com a definição de regras claras para a reposição geral anual. Todo este esforço se traduziu nesta histórica lei orçamentária para 2021, prevendo 12% de investimentos da receita corrente líquida, apresentada à Assembleia Legislativa. Antes, o Estado gerava dívidas e problemas. Hoje gera investimentos e valor para os cidadãos” completou.
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