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Terça Feira, 17 de Março de 2026

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O fim do PC como conhecemos? AMD lança a era do Computador de Agentes

17 de Março de 2026 as 17h 29min

Há 40 anos, o computador pessoal (PC para os íntimos) tem sido a ferramenta definitiva para criação e trabalho. No entanto, a AMD afirma que essa era está evoluindo. Em vez de uma máquina que espera por seus comandos para abrir aplicativos, surge o Computador de Agentes (ou “Agent Computer” em inglês). O conceito abandona a ideia de “operação passo a passo” e introduz a “delegação”: você não usa os apps; a inteligência artificial da máquina usa os apps por você.

Diferente de um PC tradicional, o Computador de Agentes é projetado para rodar agentes de IA de forma persistente e ininterrupta. Enquanto um chatbot comum apenas responde perguntas, esses novos agentes realizam ações: eles pesquisam, planejam e executam tarefas complexas através de diferentes ferramentas e softwares, funcionando de forma independente mesmo enquanto você dorme.

A ideia é que o dispositivo se torne um colaborador “sempre ativo” em sua casa ou escritório. Em vez de abrir o Slack ou o WhatsApp para gerenciar pendências, você simplesmente delega a tarefa ao seu agente local, que cuida da logística e entrega o resultado final pronto.

Ainda não existe um termo fixo para essa inovação no Brasil, e sabemos que muitas vezes a própria palavra em inglês domina nosso dia a dia. O que você precisa saber é que independentemente do nome (Computador de Agentes, Computador Agêntico ou Computador Autônomo), a forma convencional como usamos este dispositivo pode estar com os dias contados.

Para que essa autonomia funcione, é necessário um novo tipo de poder computacional. A AMD destaca que processadores como o Ryzen AI Max+ 395 foram desenvolvidos especificamente para essa arquitetura. Essas máquinas possuem largura de banda de memória massiva e processamento paralelo eficiente, permitindo que múltiplos agentes de IA rodem localmente ao mesmo tempo.

Diferente de um console de videogame, o Agent Computer não é um modelo único, mas uma categoria de dispositivos. Você já pode encontrar essa tecnologia em sistemas equipados com os novos processadores Ryzen AI Max ou em plataformas modulares como o Framework Desktop, que oferecem o poder de processamento necessário para manter os agentes rodando localmente.

A grande vantagem de manter esse processamento de forma local, e não na nuvem, é a privacidade e o controle de dados. Empresas e profissionais podem usar IA de alto nível sem limites de uso ou preocupações com o compartilhamento de informações confidenciais em data centers externos.

A transição para a computação “agêntica” promete mudar a rotina de criadores e desenvolvedores. Imagine acordar e encontrar suas mensagens urgentes já respondidas e um briefing completo da sua primeira reunião preparado pela IA.

Fonte: DA REPORTAGEM

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