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Quarta Feira, 21 de Outubro de 2026

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Otaviano Pivetta avalia enxugar o governo de MT e cortar secretarias

17 de Outubro de 2026 as 04h 38min

Reforma pode fundir pastas e redistribuir atribuições estaduais - Foto: Flávio Costa

A reforma administrativa preparada por Otaviano Pivetta poderá ir além da substituição de integrantes do primeiro escalão e alterar a própria estrutura do governo de Mato Grosso.

Nos bastidores do Palácio Paiaguás, circula a possibilidade de reduzir em uma ou duas unidades o número de secretarias estaduais, por meio da fusão de pastas e da redistribuição de competências.

A eventual mudança representaria uma revisão na organização da máquina pública, com a concentração de atribuições atualmente distribuídas entre diferentes órgãos.

A proposta ainda está em discussão, mas sinaliza que a reorganização administrativa poderá alcançar a estrutura institucional do Executivo, e não apenas os nomes escolhidos para comandar as secretarias.

Durante a campanha eleitoral, Pivetta deixou claro que não pretendia criar novas pastas. A diretriz, agora, poderá ganhar um novo contorno: em vez de ampliar a estrutura existente, a administração avalia a possibilidade de concentrar funções e reduzir o número de órgãos responsáveis pela execução das políticas estaduais.

A definição das áreas que poderiam ser incorporadas, entretanto, ainda não foi anunciada. Também não há informações conclusivas sobre como ficariam as atribuições de cada secretaria em um eventual novo desenho administrativo.

A reorganização dependerá da decisão do governador sobre quais estruturas podem ser integradas sem comprometer o funcionamento dos serviços públicos.

Se a proposta for confirmada, a reforma poderá modificar a divisão de responsabilidades entre os integrantes do governo e exigir mudanças nos fluxos internos de decisão.

A concentração de competências em menos secretarias também poderá alterar a forma como determinadas políticas públicas são coordenadas e executadas pela administração estadual.

O alcance dessas mudanças dependerá do modelo que Pivetta pretende adotar e das medidas necessárias para formalizar a nova estrutura.

A eventual fusão de pastas poderá exigir ajustes administrativos e legais, conforme a natureza das alterações definidas pelo Executivo.

Por enquanto, a redução de uma ou duas secretarias permanece no campo das possibilidades discutidas nos bastidores do Paiaguás.

Caso avance, a iniciativa marcará uma etapa mais ampla da reforma administrativa, com efeitos sobre a composição do secretariado e a organização interna do governo de Mato Grosso.

Fonte: CLEMERSON SM

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