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Otaviano Pivetta discute royalties do petróleo no STF
03 de Maio de 2026 as 08h 59min
Governador participa de reunião em Brasília - Foto: Marcos Vergueiro
O debate sobre a redistribuição dos royalties do petróleo voltou ao centro das articulações entre estados e o Supremo Tribunal Federal. Em agenda realizada em Brasília, o governador Otaviano Pivetta participou de reunião com o ministro Cristiano Zanin para tratar do tema.
O encontro reuniu representantes de diferentes unidades da federação, incluindo governadores e equipes técnicas, além do procurador-geral do Estado, Francisco Lopes. A mobilização busca reequilibrar a divisão dos recursos oriundos da exploração de petróleo e gás natural no país.
Atualmente, a maior parte dos royalties é destinada aos estados produtores, o que tem gerado questionamentos por parte de unidades federativas que defendem uma distribuição mais ampla. A discussão está em análise no STF e envolve aspectos constitucionais sobre a partilha dessas receitas.
Segundo Pivetta, a reivindicação tem como base o entendimento de que o petróleo é um bem da União e, portanto, deveria gerar benefícios mais equilibrados entre os estados. “Mato Grosso tem direito sobre esses recursos, que hoje são distribuídos de forma desigual”, afirmou.
O governador também destacou que a articulação jurídica é essencial para avançar no tema. “Estamos atuando junto à procuradoria para garantir esse direito, porque se trata de uma questão de justiça na distribuição”, declarou.
A pauta reúne, principalmente, estados que não são produtores, mas que defendem maior participação na divisão dos royalties. O grupo argumenta que o modelo atual concentra receitas e amplia desigualdades regionais.
A análise do Supremo deve definir os critérios para a distribuição futura desses recursos, com impacto direto nas finanças estaduais. A expectativa é que o julgamento ocorra nos próximos meses.
Enquanto isso, as articulações políticas e institucionais seguem em andamento, com os estados buscando fortalecer seus argumentos técnicos e jurídicos para influenciar a decisão da Corte.
Fonte: DA REPORTAGEM
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