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O velho e o novo: o que a engenharia pode ensinar à política
15 de Novembro de 2025 as 07h 28min
Há algo profundamente simbólico entre a engenharia e a política: ambas constroem. Mas enquanto a engenharia constrói com base em cálculos, responsabilidade e prazos, a política, muitas vezes, ainda insiste em improvisar.
O velho — na política — não tem a ver com idade. Tem a ver com atitude. O velho é o improviso, o desperdício, o descaso. É a crença de que prometer basta, de que aumentar imposto é solução, de que o coletivo é um detalhe. O velho é o atalho que atrasa.
Já o novo não é apenas o uso de tecnologia ou de palavras modernas. O novo é o comportamento de quem escuta, planeja e executa. O novo é quem entende que o progresso nasce da técnica, mas se sustenta na confiança.
A engenharia pode ensinar muito à política. Porque o engenheiro sabe que sem base sólida, nenhuma obra se sustenta. E sem ética, nenhuma gestão dura.
Sinop é um exemplo vivo disso. Uma cidade jovem, feita do trabalho de quem acreditou no futuro. Um lugar que cresceu com suor, planejamento e coragem — ingredientes que o Brasil inteiro deveria estudar com mais atenção.
O desafio agora é garantir que a política local esteja à altura dessa história. Chegou o tempo de abandonar o velho jeito de governar e abraçar a política que entrega, que ouve, que planeja. Porque o futuro — assim como as grandes obras — não se improvisa. Se projeta.
RAFAEL GONZALEZ É ENGENHEIRO CIVIL E ESPECIALISTA EM PROJETOS
Fonte: RAFAEL GONZALEZ
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