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Sábado, 07 de Março de 2026

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PARA OUTUBRO: Governo pede adiamento da eleição suplementar

Entre os motivos está economia de R$ 8 mi

06 de Março de 2020 as 07h 15min

Foto: Christiano Antonucci

CLEMERSON SM

clemersonsm@msn.com

 

Marcada para o dia 26 de abril, a eleição suplementar que vai definir o novo senador da República por Mato Grosso, pode ser alteração em sua data. Tudo isso porque o Governo do Estado encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), um pedido administrativo para que seja adiada para outubro.

Assim ela seria realizada juntamente com a eleição municipal. De acordo com o pedido do Governo, esta mudança visa gerar uma economia aos cofres públicos, como também seria um anseio da população.

A previsão de gastos com a eleição suplementar, de acordo como TRE-MT é de R$ milhões. Além disso, o Estado deverá arcar com despesas para garantir a segurança pública no dia do pleito eleitoral e com a manutenção das escolas estaduais, utilizadas como locais de votação.

“Teremos eleições municipais em outubro e seria muito mais sensato, inclusive financeiramente, aproveitar essa mobilização e realizar a escolha tanto para vereadores e prefeitos, como para senador. A decisão cabe, logicamente, ao Tribunal Superior Eleitoral [TSE], mas o Governo argumentou que o pleito custa caro e esses recursos poderiam ser utilizados em investimentos para outras áreas, como saúde e educação”, pontuou o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, durante entrevista coletiva para a imprensa, no Palácio Paiaguás.

Outro fator que motivou o pedido do Governo do Estado é o fato de o vencedor ainda não ter uma certeza da data em que poderá tomar posse, já que o recurso da senadora Selma Arruda ainda corre dentro do Justiça Eleitoral.

“O Governo entende não se justificar uma eleição neste momento, uma vez que o cargo não está vago e não há previsão em curto prazo para esta vacância. Apesar da Justiça Eleitoral determinar a cassação da senadora Selma Arruda, ela permanece no exercício de suas funções e não há data prevista para deixa-las”, explicou o chefe da Casa Civil.

 

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