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PARA PROCURADOR: Emanuel quer impor mais gastos ao pregar pela implantação do VLT
Preço da passagem do VLT é mais cara do que do BRT
03 de Março de 2021 as 08h 39min
DA REPORTAGEM
Procurador do Estado, Carlos Antonio Perlin enviou manifestação ao Tribunal de Justiça afirmando que o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, quer impor ao governador Mauro Mendes relação contratual mais onerosa em relação ao transporte público. Posicionamento tenta comprovar que Pinheiro não pode interferir na vontade estadual de mudar o Veículo Leve sobre Trilos (VLT) para o Bus Rapid Transit (BRT).
Estudo aponta diversos riscos na hipótese de implantação do VLT, dentre eles o valor da tarifa, que ficou orçada em R$ 5,28, montante muito superior ao do transporte coletivo praticado no Município de Cuiabá, que é de R$ 4,10. Na hipótese de instalação do BRT, a tarifa ficaria na faixa de R$ 3,04.
Outro revés do VLT estaria no subsídio que o Governo de Mato Grosso teria que despender anualmente para que o modal funcionasse: R$ 23,2 milhões. O custo de implantação também é consideravelmente maior. Enquanto o VLT consumiria mais R$ 763 milhões, além do R$ 1,08 bilhão já pago, o BRT está orçado em R$ 430 milhões, incluso neste valor a aquisição de 54 ônibus elétricos.
Segundo Perlin, o prefeito pretende interferir em questão da qual não participa e pela qual não é financeiramente responsável. “Vale dizer, apenas para fins argumentativos, que ainda que coubesse ao Município agravante participar da tomada de decisão acerca da escolha do modal de transporte a ser implementado, em caso de eventual divergência, a opção tomada pelo Estado prevaleceria, vinculando os municípios interessados, tendo em vista que sobressai o ato da pessoa jurídica de mais alta categoria”.
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