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Pesquisa sobre a qualidade do ar em MT indica poluição elevada em 15 municípios
12 de Março de 2026 as 14h 43min
Na seca, houve número considerável de queimadas e quantidade notável de fumaça – Foto: Divulgação
Um estudo publicado na Revista Brasileira de Climatologia detalhou que 15 municípios mato-grossenses ultrapassaram o limite máximo de exposição anual a partículas poluentes (como as provocadas por queimadas, gases de veículos, indústrias e a geração de energia), fixado em 5 microgramas por metro cúbico (ou 5 μg.m-3) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e 60 microgramas em resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).
Realizada em parceria entre pesquisadores da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a pesquisa foi em Sinop, Sorriso, Colíder, Alta Floresta, Juara, Diamantino, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Cuiabá, Juína, Rondonópolis, Tangará da Serra, Várzea Grande e Vila Rica entre 2018 e 2022.
O resultado é que 23,66% dos dias foram considerados com a qualidade do ar inadequada. De modo geral, a média anual foi de 22,56 μg.m-3 de MP2,5 (partículas encontradas no ar) e a concentração mínima variou de 0,0 μg.m-3 a 1000 μg.m-3. Os valores máximos foram de 0,1 μg.m-3 a 1250 μg.m-3.
Várzea Grande (80 ± 40 μg.m-3) e Cuiabá (68,6 ± 45,6 μg.m-3) lideraram, com maiores emissões de MP2,5 em todo o período. A média máxima apresentada por Rondonópolis e Sinop foi de 45 ± 28,9 μg.m-3 e 28,7 ± 14,5 μg.m- 3, respectivamente, ocupando com isso a terceira e quarta maior concentração de MP2,5. Na seca, houve número considerável de queimadas e quantidade notável de fumaça.
Fonte: DA REPORTAGEM
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