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Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Professores amanhecem acorrentados em frente ao Paiaguás

Protestos dos servidores permanece, chega até a sede do governo e continua nos próximos dias

23 de Julho de 2019 as 00h 00min

CLEMERSON SM

clemersonsm@msn.com

 

O Palácio do Paiaguás, sede do Governo mato-grossense, amanheceu no dia de ontem (22), com mais uma manifestação dos servidores públicos da Educação.

No 56º dia de paralisação das atividades os representantes do Sintep/MT resolveram protestar contra o governador Mauro Mendes (DEM), se acorrentando em frente ao Palácio.

Na visão dos professores, Mendes adotou postura “intransigente”, se recusando a negociar com os profissionais. “A luta é a resistência e contra o desserviço do governo Mauro Mendes que está irredutível a assegurar o cumprimento da lei que assegura o direito dos educadores. Não aceitaremos calote”, disse o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

Os profissionais da rede estadual de Mato Grosso, há dois meses sem salários, exigem proposta para cumprimento da Lei 510/2013. Eles têm uma agenda de protestos para esta semana, na tarde de hoje (23), devem estar presentes na reabertura da Santa Casa de Misericórdia, onde terá a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

 

RESPOSTA  DO GOVERNO

Depois dos professores se acorrentarem em frente ao Paiaguás, o governo decidiu enviar uma nota à imprensa dizendo que está impedido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) de atender algumas das solicitações dos profissionais. E alertou que caso atenda aos pedidos de aumento o estouro da LRF será irreversível.

“Atualmente, o Estado já está com o limite da LRF extrapolado, pois gasta 58,55% de suas receitas com o pagamento dos servidores. Se concedesse o aumento de mais 7,69% aos salários de milhares de professores estaduais, o limite seria estourado de forma irreversível, uma vez que resultaria em gasto adicional na ordem de R$ 200 milhões neste ano – valor que o Estado já não dispõe”, diz a nota.

 

 

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