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Protetora voluntária pede ajuda para tratamento de animais resgatados em Sinop
27 de Janeiro de 2026 as 04h 42min
Protetora pede auxílio para cuidados com animais – Foto: Divulgação
A sinopense Laura Rockenbach é protetora de animais voluntária e está arrecadando recursos para custear o tratamento de cães e gatos que estão em situação de rua e foram resgatados. Ela detalha que esses animais estão recebendo atendimento em clínicas veterinárias da cidade.
Segundo Laura, atualmente a dívida é de R$ 19,2 mil, com possibilidade de aumentar, considerando que os resgates são diários. Há uma vaquinha online e, até o momento da publicação, havia sido arrecadado apenas R$ 1,9 mil (10% do necessário), através de 39 doações. Para acessar, basta acessar o link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/vaquinha-para-quitar-clinicas-veterinarias-dos-resgatados?utm_campaign=whatsapp&utm_content=5889791&utm_medium=website&utm_source=social-shares.
“Tudo começou com um cachorro. A partir disso, fui conhecendo pessoas que estavam no mesmo ritmo, ajudando aqui, ajudando ali, e quando percebi, a causa já fazia parte da minha vida. Com o tempo, vieram as parcerias com clínicas veterinárias, que abraçaram essa luta junto comigo”, explica.
Laura detalha que, ao longo dos anos, já foram mais de 150 animais resgatados – entre cães e gatos. “Alguns, infelizmente, não resistiram. Outros estão adotados e vivendo uma nova realidade. Também existem casos de gatos que não se adaptam à convivência humana e, por isso, após a castração, são devolvidos ao local de origem, evitando a procriação e mais sofrimento nas ruas”, explica.
Ela cita o caso de dois cães, Atlas (sem raça definida) e Nala (chow chow). “Atlas foi atropelado, operou a coluna e a perna, perdeu os movimentos e hoje é paraplégico. Lutamos, arrecadamos para a fisioterapia, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. Mas a resposta foi dura: a recuperação dele agora só seria um milagre”, relata.
“Nala está enfrentando um dos processos mais longos que já tivemos. Faz quimioterapia semanal contra o TVT e também tem o quadril luxado. Assim que o tratamento permitir — quando a imunidade não estiver mais em risco —, ela será sedada, fará radiografia, cirurgia no quadril e será castrada. Uma batalha por vez”.
Também há o caso de Galego, um shih tzu “que segue internado em tratamento de gengivite, esperando por um lar. Um Shih-tzu velhinho, abandonado e possivelmente atacado, já está recuperado, mas também segue esperando alguém enxergá-lo”.
Atualmente, três famílias ajudam com lares provisórios. “Uma acolhe 9 cães, ao qual eu também preciso castrar algumas fêmeas lá. Na outra, entre 6 e 7 fêmeas, que também precisam ser castradas, e nessa casa tenho ajuda com gatos”.
Laura explica que esses lares provisórios a ajudam no pós-operatório. Ela explica ainda que, além de ração, recebe gatos recém-nascidos. “Já na última casa, tenho 2 filhotes pretos de cachorros e ajudo com ração”, disse.
Fonte: DA REPORTAGEM
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