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Punições públicas só fazem árbitros e assistentes se sentirem bem desprotegidos
31 de Janeiro de 2022 as 20h 21min
Fabricio Vilarinho e Rodrigo Corrêa vacilaram, mas tiveram grande atuação – Foto: Divulgação
Sou contra a punição pública de árbitros e assistentes, como aconteceu com Fabricio Vilarinho e Rodrigo Corrêa, suspensos por quatro meses pela Conmebol pelo uso de coletes no lugar das bandeirinhas no jogo entre Chile e Argentina, pelas Eliminatórias. Isso só satisfaz os dirigentes. Os árbitros se sentem desprotegidos.
Os bandeiras vacilaram e merecem uma chamada, sim. Mas, mesmo com esse vacilo, eles tiveram uma grande atuação no jogo mais difícil da rodada. O esquecimento da bandeira não teve impacto nenhum no jogo e nem no desempenho da arbitragem. Isso não conta?
Wilson Luiz Seneme, presidente da Comissão de Arbitragem da Conmebol e responsável pela punição aos assistentes, certa vez esqueceu os cartões em um jogo entre Gama e Bahia, pela Série B de 2008.
Tem gente que acha um absurdo esquecer o equipamento de trabalho. Eu acho um vacilo, sim, mas um profissional que esquece o equipamento de trabalho e mesmo assim consegue realizar muito bem seu trabalho não merece ficar quatro meses na geladeira e ser exposto publicamente.
Fonte: SANDRO MEIRA RICCI - Globo Esporte
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