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Qual é a principal diferença entre a gripe e o resfriado?
Processos inflamatórios atingem nariz e garganta e têm sintomas parecidos
28 de Julho de 2021 as 10h 00min
Saiba diferenciar gripe do resfriado – Foto: Divulgação
A cada inverno que se aproxima, a mesma dúvida volta a rondar a mente de muitos brasileiros: será que estou com gripe ou resfriado?
Esses dois processos inflamatórios atingem as vias aéreas superiores - nariz e garganta - e têm sintomas parecidos. Por isso, são frequentemente confundidos.
Saber a diferença entre gripe e resfriado ajuda a se prevenir e a tratar as doenças apropriadamente.
O QUE É A GRIPE?
A gripe é uma infecção respiratória causada pelo vírus Influenza e tem febre alta, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, coriza, fraqueza, dor muscular e diarreia como principais sintomas.
Pode ser contraída durante o ano todo, mas é mais comum no outono e no inverno.
A infecção é transmitida por gotículas infectadas com o vírus e seu período de incubação varia de um a quatro dias.
A taxa de mortalidade é maior em qualquer faixa etária quando a doença exige internação hospitalar ou em pacientes com doenças crônicas, mas é especialmente preocupante em bebês com menos de seis meses.
A melhor forma de se prevenir da gripe e de suas complicações é a vacinação anual.
O QUE É O RESFRIADO?
O resfriado comum é uma infecção no trato respiratório superior causada pelo rinovírus. Os principais sintomas são coriza, congestão nasal, espirros, tosse, olhos lacrimejantes e febre baixa ou mal-estar.
Pode ser contraída durante o ano todo, mas é mais comum no inverno.
O rinovírus é transmitido pelo contato direto ou indireto com as secreções da pessoa infectada e o período de incubação é de pouco menos de dois dias.
Os sintomas atingem o pico de um a três dias após o contágio e persistem de sete a 10 dias, embora ocasionalmente possam permanecer por até três semanas.
A gripe é menos frequente, mas é uma grande questão de saúde pública, já que é mais letal. O resfriado, por sua vez, não costuma gerar muitas preocupações.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus Influenza infecta cerca de um bilhão de pessoas anualmente e mata até 500 mil pessoas no mundo por ano.
Ao contrário da gripe, que pode se agravar em pessoas idosas, a incidência dos resfriados diminui com o envelhecimento.
Crianças de até dois anos se infectam cerca de seis vezes ao ano, enquanto nos adultos esse número diminui para duas a três vezes e, em idosos, cai para apenas uma vez ao ano. Passada a infância, a febre também costuma ser um sintoma raro e é substituído pela sensação de mal-estar.
Outra diferença importante está no tratamento. Em adultos resfriados, é indicado o uso de pseudoefedrina, brometo de ipratrópio inalável e vitamina C, todos com efeitos modestos, além de anti-inflamatórios não esteroidais e preparações com ervas, que ajudam a melhorar os sintomas.
Já nas crianças, o uso de sulfato de zinco e extrato de Pelargonium sidoides é uma boa opção.
O vírus Influenza, por sua vez, tem alta taxa de mutação, o que dificulta a criação de um remédio para gripe que seja eficaz por muito tempo.
Por isso, há sempre novos medicamentos em estudo. Atualmente, os mais utilizados são o oseltamivir ou o zanamivir. Para indicação do tratamento adequado, o médico deverá ser consultado.
Fonte: DA REPORTAGEM
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