Noticias
Rony processa Atlético e pede R$ 9,5 milhões; veja detalhes
05 de Agosto de 2026 as 08h 05min
Ação foi distribuída na 27ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte
O atacante Rony processou o Atlético-MG na Justiça do Trabalho. A ação foi distribuída na 27ª Vara de Belo Horizonte. Ao todo, os pedidos do jogador, hoje no Santos, chegam a R$ 9.534.076,40.
O Atlético deve para Rony R$ 762.581,00, referentes a luvas e direito de imagem. O ge apurou que o clube reconhece essa dívida e tentou acordos para pagamento, sem sucesso.
Porém, na ação trabalhista, que tem o advogado Fábio Luiz de Oliveira representando Rony, é pedida a integração desses valores ao salário, com os respectivos reflexos nas verbas trabalhistas.
Rony cobra ainda multa do Artigo 477 da CLT, correspondente a um salário do atleta, em razão do parcelamento das verbas rescisórias; a nulidade da rescisão do contrato de luvas, com o consequente pagamento do saldo contratual (cerca de R$ 4 milhões); além do pagamento dos valores em atraso de luvas e de direitos de imagem. Somados os valores ultrapassam R$ 9,5 milhões.
O atacante foi contratado pelo Atlético na temporada passada. O investimento girou em torno de 6,5 milhões de euros (R$ 38,8 milhões). Disputou 65 jogos, com 14 gols marcados.
Em julho do ano passado, ele chegou a entrar na Justiça para rescindir com o Galo - por conta de valores em atraso. No entanto, o atacante desistiu da ação. No começo de 2026, foi negociado com o Santos por aproximadamente 3 milhões de euros (R$ 18 milhões).
PALMEIRAS
Depois da vitória por 3 a 0 sobre o Fortaleza, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, alfinetou e criticou a venda do mando de campo no segundo jogo das oitavas de final da Copa do Brasil. A partida marcada para esta quarta (5), às 20h30, ocorreria na Arena Castelão, mas após medida da diretoria tricolor, acontece agora na Arena Pantanal, em Cuiabá.
Abel Ferreira começou a resposta alfinetando o adversário sobre o placar do primeiro jogo. “Eles já sabiam que vinham aqui perder por 3 a 0”, apontou o técnico que arrancou risadas na coletiva depois da partida no Nubank Parque.
“Isso não deviam deixar fazer, nem para Palmeiras, nem Flamengo, nem Corinthians, nem São Paulo, para ninguém. Mas entendo a parte financeira, porque quando fazem isso, há uma venda, há uma compensação financeira seguramente, porque ninguém vai fazer isso sem uma compensação. Mas isso tem a ver com os regulamentos, se perguntar a opinião do Abel Ferreira, as equipes todas deviam jogar nas suas casas, todas, essa é a minha opinião”, completou.
A SAF do Fortaleza vendeu o mando de campo do segundo jogo das oitavas da Copa do Brasil pelo valor de R$ 2,2 milhões. A medida fez o confronto sair da Arena Castelão, na capital cearense, para Arena Pantanal, em Cuiabá. Em meio a queda para a Série B, o clube enfrenta dificuldades financeiras com a diminuição das receitas nos jogos dentro de casa e no número de sócios torcedores. Outro fator que agrava a situação é a ausência de um patrocinador máster desde o começo da temporada.
O CEO de Futebol, Pedro Martins, afirmou que a medida era impopular e tinha o objetivo de manter salários dos funcionários do clube, incluindo dos jogadores e da comissão técnica. Mesmo na segunda divisão, o Fortaleza tem a maior folha salarial da competição.
A escolha pela capital do Mato Grosso ocorre devido a sequência da Série B do Fortaleza. Depois do jogo da volta contra o Palmeiras, a equipe de Autuori enfrenta o Cuiabá no domingo (9), às 17h, pela 21ª rodada da Série B.
Fonte: DA REPORTAGEM
Veja Mais
Consumidores podem renegociar dívidas bancárias até agosto
Publicado em 05 de Agosto de 2026 ás 09h 04min
Plano Safra é ampliado, mas rigor no acesso ao crédito gera preocupação
Publicado em 05 de Agosto de 2026 ás 07h 03min
Feira de Empregos da Indústria leva oportunidades e aproxima empresas de profissionais em Sinop
Publicado em 05 de Agosto de 2026 ás 06h 02min
