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São Paulo: intermediário gera troca de acusações em ação por patrocínio frustrado
30 de Outubro de 2021 as 11h 00min
Clube cobra R$ 2,5 milhões da iSure – Foto: Divulgação
A participação de um intermediário gerou troca de acusações na Justiça entre o São Paulo e a iSure, uma corretora de seguros que, em 2020, assinou contrato de patrocínio com o clube, mas viu sua marca deixar a camisa do time após apenas três jogos por não pagar o que foi acordado.
O São Paulo cobra R$ 2,5 milhões da empresa, valor da multa contratual, por entender que a iSure não cumpriu o que foi assinado – no caso, o pagamento de uma primeira parcela de R$ 500 mil e de uma segunda de R$ 2,25 milhões, o que levou o clube a tirar a logomarca da corretora dos uniformes.
O intermediário Lucas Jeronymo de Moraes, que já foi condenado uma vez por estelionato, crime pelo qual é réu num segundo caso, é o principal personagem dessa disputa. Foi ele quem apresentou a iSure ao São Paulo – ele já tinha tentado contatos com o Santos, anteriormente, que não evoluíram.
Segundo a iSure, em explicações à Justiça, Moraes se apresentou como empresário e sugeriu alugar a marca da corretora para então fechar um contrato de patrocínio com o São Paulo. A empresa, então, assinou contrato de cessão da marca com Moraes por R$ 5 milhões, o mesmo valor que pagaria ao São Paulo pelo acordo de exposição.
À Justiça, o advogado da iSure registra que Lucas foi questionado sobre quais vantagens teria no negócio, já que os valores não indicavam lucros, e ele teria dito que conseguiria notoriedade no ramo, um cargo no São Paulo e direito de negociar atletas com o clube de forma exclusiva.
Fonte: DA REPORTAGEM
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