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Quinta Feira, 02 de Julho de 2026

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SINOP FC: Agnaldo Turra aponta falta de logística e critica FMF-MT

Presidente aponta que são 3 refeições diárias para cada viagem para 25 pessoas

27 de Fevereiro de 2020 as 06h 30min

Foto: Divulgação

 

DA REPORTAGEM

 

O presidente do Sinop, Agnaldo Turra, criticou a falta de logística nas viagens para os jogos fora de casa do clube no Estadual e ainda cobrou a Federação Mato-grossense de Futebol (FMF-MT) pelos custeios de demandas nas ocasiões. Conforme o dirigente, somente com refeições o clube desembolsa cerca de R$ 1,8 mil a cada viagem, além de outros gastos gerando em média por confronto R$ 3 mil.

“Não está fácil, infelizmente a tal da logística que a FMF propõe é ruim, ‘só para inglês ver’. Colocam lá que pagam transporte e que há organização, de fato pagam, mas a logística em si é uma vergonha. Essas viagens não estão fáceis”, desabafou o treinador em entrevista ao site Só Notícias.

Conforme Turra, cada viagem são três refeições por pessoas, e a delegação, geralmente, é composta por 25 pessoas. “A conta dos clubes é simples e cara, cada refeição custa cerca de R$ 25 por integrante. Como que faz isso? Não é nada fácil”, frisou.

O presidente citou como exemplo a viagem do time até Rondonópolis, no último final de semana. “Saímos daqui antes do confronto, aí na estrada pagamos o almoço e jantar. Em seguida, tomamos café da manhã, que a Federação diz que é por conta dela, mas na verdade não, é uma cortesia dos próprios hotéis. A FMF paga apenas um almoço. Aí para virmos embora tivemos outro jantar, que ficou por nossa conta”, declarou. Vale destacar que a distância entre Sinop e Rondonópolis é de aproximadamente 700 km, em uma viagem que dura mais de 10 horas de ônibus.

 

OUTRO LADO

O assessor da FMF-MT, Higor Vinícius Ramos, informou que a forma como funcionaria a divisão das despesas foi definida no congresso arbitral com os clubes. “Foi acertado que a Federação pagaria o transporte dos jogos foram de casa, uma diária no hotel para 25 pessoas e uma alimentação. Na ocasião, levantamos a situação do custeio e passamos para os clubes que toda verba seria para pagar somente isso que foi combinado, ou seja, transporte, uma hospedagem e alimentação para 25 integrantes”.

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