Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Quinta Feira, 05 de Novembro de 2026

Noticias

Sinop: Justiça Eleitoral manda Mirtes deletar 97 publicações com Bolsonaro

16 de Maio de 2024 as 14h 47min

Figura do ex-presidente atrairia grande número de apoiadores em Mato Grosso – Foto: Divulgação

A Justiça Eleitoral determinou que a pré-candidata à Prefeitura de Sinop, Mirtes Leitzke Grotta, apagasse 97 posts com o ex-presidente Jair Bolsonaro, por almejar reconhecimento de propaganda política, de maneira irregular, antes do período das eleições municipais e de maneira “subliminar”. A decisão foi assinada pelo juiz Walter Tomaz de Costa.

Conforme a decisão, a pré-candidata iniciou a propaganda política no dia 17 de abril, quando ela participou da carreata da visita de Bolsonaro à Sinop. O juiz disse que ela se aproveitou da situação para divulgar a pré-candidatura e conseguir eleitores através da figura do ex-presidente, que tem um grande número de apoiadores em Mato Grosso.

Devido à propaganda irregular, a Justiça decretou que todas as publicações fossem apagadas das redes sociais de Mirtes. Consta no processo que Mirtes teve 48 horas para apresentar a defesa do caso e 24 horas para apagar todos os posts, sob pena de R$ 15 mil por dia.

De acordo com a Justiça Eleitoral, a pré-candidata está proibida de publicar e reproduzir conteúdos com o intuito de conseguir propaganda eleitoral, antes das eleições municipais. Por mais que tenha apagado diversas publicações que faziam referência ao ex-presidente, ela ainda mantém algumas fotos e destaques, nos perfis pessoais, com Bolsonaro.

PROPAGANDA
IRREGULAR

A propaganda eleitoral antecipada não se resume apenas ao pedido direto de voto, conforme a Justiça Eleitoral. A lei diz que outras formas de divulgação podem ser consideradas como crime.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define que é passível de multa a propaganda antecipada veiculada fora do período permitido, que contenha pedido de voto explícito, que divulgue conteúdo eleitoral em locais proibidos ou através de meios não autorizados durante a campanha.

É importante destacar que o pedido explícito de voto não se limita apenas à expressão "vote em".

A legislação eleitoral considera qualquer termo ou expressão que sugira claramente o apoio a um candidato como propaganda antecipada.

Isso significa que mesmo mensagens que não mencionam diretamente o voto podem ser interpretadas como propaganda se transmitirem o mesmo conteúdo.

Fonte: DA REPORTAGEM

Veja Mais

Cuidados com a sanidade das aves após detecção da doença de Newcastle em pombos

Publicado em 05 de Novembro de 2026 ás 04h 37min


Palmeiras se reapresenta e avalia estratégia para jogo contra o Remo

Publicado em 05 de Novembro de 2026 ás 03h 43min


Economista do Plano Real acusa BC de causar rombo fiscal via juros

Publicado em 04 de Novembro de 2026 ás 17h 21min


Jornal Online

Edição nº1919 - 05/11/2026