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Sexta Feira, 03 de Abril de 2026

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SINOP: Projeto Semear bate recorde com 18 mil mudas de abacaxi plantadas

Iniciativa é desenvolvida pelos reeducandos do Ferrugem

01 de Junho de 2021 as 10h 00min

Foto: Assessiria

ASSESSORIA

DE IMPRENSA

 

O projeto Semear, iniciativa de ressocialização desenvolvida com reeducandos da Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Ferreira, o “Ferrugem”, em Sinop, chegou a marca de 18 mil mudas de abacaxi plantadas, principal cultura cultivada, o que supera o número de 13,7 mil em 2020, quando foi realizada a primeira produção do projeto.

O objetivo do projeto, que recebe apoio da Prefeitura, é chegar a 25 mil mudas na área de 10 mil m² ao lado do presídio, cedida pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Klayton Gonçalves, o projeto, encabeçado pelo Conselho da Comunidade em Sinop, incentiva o trabalho e devolve a dignidade ao recluso. “O ócio, que o reeducando enfrenta lá dentro, permite que ele pense em coisas que nem sempre são saudáveis. Então essa iniciativa contribui muito para o nosso sistema prisional, devolve a chance do trabalho e de retornar à sociedade com uma nova visão da vida”, explica.

Gonçalves ressalta também que a educação e o trabalho contribuem, e muito, para que se quebre o ciclo vicioso do crime e a pessoa possa retornar o convívio e contribuir com a sociedade.

O trabalho é desenvolvido por seis reeducandos e conta com o suporte da secretaria de Desenvolvimento Econômico com a assistência técnica agrícola e a patrulha mecanizada. “A parceria da SEDEC é de extrema importância para que o projeto Semear possa ser concretizado”, explica o diretor executivo do Conselho da Comunidade, José Magalhães Pinheiro.

De acordo com Magalhães, além do plantio de abacaxi, os reeducandos cuidam de outras variedades de alimentos, como pimenta, jiló, quiabo, batata doce, abobrinha, mamão e outros. “Com o suporte da assistência técnica da prefeitura e de outras parcerias, conseguimos fazer o reaproveitamento do espaço de solo, plantando nos corredores do abacaxi e também nas laterais”, afirma o diretor.

Ele destaca ainda que o projeto não visa lucros e sim a ressocialização. “Ficamos muito felizes em poder oferecer a dignidade do trabalho para eles e de saber que estamos contribuindo para que eles tenham um novo caminho quando libertos”.

O abacaxi, que tem seu ciclo da plantação a colheita de aproximadamente um ano e meio, na última safra teve um rendimento de 11 toneladas. Essa produção é absorvida por pequenas empresas da cidade.

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