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Sábado, 04 de Julho de 2026

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SORRISO Empresa que conduz obra no aeroporto é notificada

Muita chuva e dificuldade para conseguir materiais estão entre as justificativas

31 de Março de 2021 as 08h 00min

​​​​​​​Foto: Divulgação

DA REPORTAGEM

 

Segue constante e intensa a cobrança para que a empresa que está executando a obra de reforço da pista, taxiway e pátio de aeronaves do Aeroporto Regional Adolino Bedin conclua o trabalho dentro do prazo. Representantes da Prefeitura de Sorriso, da Infraero, da Comissão Aeroportuária e da Administração do Aeroporto, reuniram-se, mais uma vez, para solicitar que a empresa Primos Engenharia acelere a obra.

Dois entraves foram apresentados pela empresa, não só para justificar este atraso, como também para pedir um adicional de tempo para a conclusão da obra: as fortes chuvas dos últimos dias e também a dificuldade para conseguir materiais necessários para o trabalho.

De acordo com titular da pasta, Ednilson Oliveira, em reposta à notificação feita pela Secretaria, a empresa já sinalizou mudanças que indicam uma aceleração dos trabalhos no período de redução das chuvas, como a troca da usina de CBUQ. Atualmente, a usina utilizada na obra tem capacidade de produção de 100 toneladas/dia e deve ser utilizada a partir de agora uma com capacidade de 500 toneladas/dia.

Apertar o passo e correr contra o tempo é mais do que necessário, visto que a empresa solicitou um prazo “a mais” para concluir o serviço, justamente em um período em que a Azul deixou de operar temporariamente por conta da pandemia de Covid-19, o que permitiu que os trabalhos possam ser intensificados.

Em sua argumentação, a empresa explica que um dos insumos necessários, a barra de transferência, que será utilizada no pátio, estaria em falta no mercado. Neste caso, a Primos pediu três meses para que o fornecedor possa entregar este item à empreiteira e mais um mês para a efetiva execução do trabalho. Além disso, a chuvarada dos últimos dias também impediu que a obra decolasse. Em seu apontamento, a empresa alegou que máquinas e operários tiveram que ficar 35 parados por conta do aguaceiro.

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