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Quarta Feira, 11 de Março de 2026

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SORRISO: Suposta estelionatária é procurada pela Justiça

Joara Pimentel havia recebido habeas corpus que foi revogado pelo TJ-MT

27 de Maio de 2020 as 08h 00min

Foto: Portal Sorriso

DA REPORTAGEM

 

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) revogou a liberdade provisória da suposta estelionatária Joara Chagas da Silva, 22 anos, mais conhecida como “Joara Pimentel”, investigada por crimes de estelionato praticados em Sorriso e região. A suspeita não compareceu na delegacia de Polícia Civil, na última sexta-feira, como deveria, e passou a ser considerada foragida.

Joara havia obtido um habeas corpus, que foi revogado pelo TJ-MT. Consta no sistema de segurança pública de Mato Grosso mais de 16 registros contra a suspeita por estelionato e tentativa. Ela chegou a ser levada para o presídio de Colíder em março após o cumprimento de mandado de prisão preventiva em desfavor da acusada.

 

O CASO

No dia 6 de março, a Polícia Civil de Sorriso, por meio da Divisão de Roubos e Furtos (Derf), prendeu Joara Pimentel, investigada por diversos crimes de estelionato. O mandado de prisão foi expedido pelo juiz da Segunda Vara Criminal de Sorriso, Anderson Candiotto.

Segundo o delegado André Ribeiro, a jovem estaria vendendo falsas hospedagens em um famoso resort de Cuiabá e para isso utilizava perfis falsos nas redes sociais. Uma vítima teve um prejuízo de cerca de R$ 1,3 mil. O valor foi depositado em fevereiro na conta da suposta estelionatária.

Ribeiro reforça que se houver outras vítimas que procurem a delegacia. “Ela é uma pessoa bastante conhecida na cidade e já possui outras reclamações da mesma natureza. A gente pede que se houver outras vítimas que procure a delegacia para que a PJC possa investigar”, disse.

 

OUTRO GOLPES

Em 2017, Joara foi investigada por se apresentar como filha da juíza Débora Roberta Pain Caldas, da 2ª Vara Criminal de Sinop, para aplicar golpes em Mato Grosso. O prejuízo de uma das vítimas, segundo as investigações, foi de R$ 30 mil. A defesa de Joara negou as acusações à época e disse que os fatos são inverídicos.

De acordo com o delegado, Joara se apresentava como filha de uma juíza e ganhava a confiança das vítimas, pagando jantares e passagens de avião. Depois de ganhar a confiança, a jovem passava a pedir dinheiro emprestado alegando que a mãe pagaria a dívida em seguida. Uma mulher se passava pela mãe dela através da internet afirmando que quitaria o débito.

Pelo menos três pessoas de Sorriso foram vítimas de Joara. Entretanto, as investigações apontam que outras vítimas foram enganadas em Lucas do Rio Verde, Cuiabá, Sinop e até em São Paulo. Ela contou que uma mulher a procurou no fórum a alertando sobre o golpe. “Eu a ouvi de prontidão e orientei que ela procurasse a polícia, já que não tenho filhos”, afirmou a juíza.

A fotógrafa Valquiria Raiter diz ter sido vítima da jovem. Segundo ela, há alguns anos, quando era revendedora de perfumes, Joara entrou em contato para adquirir os produtos. "Ela usou outro nome e disse que queria comprar perfumes. Marcamos um encontro e fui até a casa dela", contou Valquiria.

No entanto, ao chegar no lugar combinado a fotógrafa encontrou Joara, que se passou por empregada da casa. “Na conversa, ela disse que a suposta patroa tinha saído e pediu para deixar os perfumes e voltar no outro dia para receber o pagamento”, disse Valquiria, acrescentando que nunca recebeu os R$ 400 da venda dos perfumes.

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