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Startup chega para revolucionar o arrendamento de terras
13 de Março de 2023 as 07h 45min
Easyland tem previsão de faturamento de R$ 41 milhões nos próximos 5 anos – Foto: Divulgação
Todo mundo sabe que aumentar a produção é sinônimo de mais dinheiro no bolso e para isso é preciso expandir as atividades agropecuárias, levando em conta equipamentos, capacidade produtiva, mão de obra e não se esquecer, claro, da terra. É aí que muito produtor esbarra na primeira dificuldade, a compra e arrendamento de áreas, seja pelo lado de quem procura ou de quem as tem. Pensando em ir além das soluções e equipamentos que o Grupo Piccin já oferece à classe produtora, surgiu a ideia de lançar uma startup que suprisse esse gargalo, a Easyland.
A empresa oferece uma plataforma composta por um banco de dados completo e atualizado, em que os produtores têm acesso a informações precisas e detalhadas sobre as características agronômicas de todas as fazendas disponíveis para arrendamento, incluindo a topografia, tipo de solo, clima, pluviosidade e histórico da fazenda. “Em um processo de investigação e validação de um projeto, percebemos que só existiam no mercado sites de anúncios de terras, a partir daí buscamos uma tecnologia para a construção de uma plataforma que pudesse resolver todo o processo do arrendamento, desde o anúncio e a procura até a elaboração de contrato e monitoramento através de alta tecnologia”, explica o CEO do Grupo, Camilo Ramos.
O Grupo Piccin deve faturar R$ 240 milhões este ano, crescimento de 19% em relação a 2022. Até a primeira fase de desenvolvimento e construção da primeira versão da plataforma da Easyland, foram investidos pelo Grupo R$ 600 mil e a expectativa é de faturar R$ 41 milhões nos próximos cinco anos, transacionando aproximadamente 275 mil hectares de arrendamento.
De acordo com Ramos, no primeiro ano a startup deve alcançar um total de 3.300 hectares em contratos de arrendamento, com um faturamento de R$ 800 mil. Mas os planos são audaciosos. “Pensando lá na frente, projetamos atingir R$ 50 milhões anuais até 2030, além de ter concretizado o arrendamento de um milhão de hectares e gerando mais de cinco bilhões em negócios para seus clientes”, enfatiza o executivo.
Fonte: DA REPORTAGEM
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