Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Mato Grosso, 08 de Dezembro de 2021

Noticias

SUINOCULTURA: Criadores estão preocupados com os custos de produção

Momento é de incertezas e apreensão com avanço das despesas

11 de Janeiro de 2021 as 06h 40min

Foto: Divulgação

DA REPORTAGEM

 

A demanda aquecida no segundo semestre do ano passado, tanto dentro quanto fora do Brasil, devolveu fôlego aos criadores de suínos em Mato Grosso. Entre janeiro e novembro, as exportações totalizaram 31,64 mil toneladas, salto de 161% na comparação com o mesmo período de 2019.

Para atender a procura, o número de animais abatidos cresceu 2%, chegando a 2,95 milhões de animais. Tudo isso em meio aos impactos causados pela pandemia especialmente no primeiro semestre, quando o setor entrou em alerta.

“No início da pandemia muitos produtores ficaram preocupados e acabaram alojando menos animais, diante do fechamento dos estabelecimentos comerciais e (de algumas) indústrias. No entanto, a gente teve o auxílio emergencial que acabou retomando a demanda (pela carne suína). Então, após o pico da pandemia no estado, a demanda veio muito forte e os criadores acabaram abatendo animais mais jovens, o que fez com que a gente tivesse um saldo positivo no abate de animais. Além do abate maior, a gente pode ver também a valorização bem significativa das cotações tanto do suíno vivo quanto da carcaça comum, acima de 70%”, comenta Marianne Tufani, analista de pecuária do Imea.

O quilo do suíno vivo, que começou 2020 na casa dos R$ 4,50 em média no estado, chegou a romper a barreira dos R$ 8 em novembro. Mas perdeu força nas semanas seguintes. Hoje, vale em torno de R$ 5,40, segundo a Acrismat, que enxerga um cenário de incertezas na atividade em 2021. “Não há uma certeza de que os preços serão bons em 2021 e essa questão nos preocupa porque já temos certeza de custos elevados. Se a suinocultura não for remunerada de acordo com o custo, teremos um ano no vermelho”, alerta Itamar Canossa, presidente da Acrismat.

A apreensão com os custos está pautada principalmente no encarecimento do milho, que é a base da ração dada aos animais, embora outros itens também devam pesar mais no bolso dos criadores.

Veja Mais

Inter decepciona em último ato no Beira-Rio em 2021

Publicado em 08 de Dezembro de 2021 ás 12h 00min


Soja: preço interno oscila com certa força ao longo da última semana

Publicado em 08 de Dezembro de 2021 ás 11h 00min


Decreto exclui Casa da Moeda de programa de desestatização

Publicado em 08 de Dezembro de 2021 ás 10h 00min


Jornal Online

Edição nº 0684 08/12/2022