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Universidades e representantes de bairros se reúnem contra perturbação do sossego
22 de Setembro de 2022 as 15h 24min
Reunião foi realizada esta semana na UFMT – Foto: José Roberto Gonçalves
O som alto em espaços públicos e privados tem sido motivo de reclamação por parte de muitos munícipes em Sinop. Por isso, na terça (20), representantes de bairros e de universidades públicas se reuniram para discutir as possibilidades legais para coibir ou minimizar a perturbação do sossego e pediram apoio da Câmara.
Um dos bairros representados foi o Cidade Jardim, localizado próximo ao campus Sinop da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) e de uma universidade privada. Os moradores daquela localidade apontam que os maiores causadores de perturbação do sossego são estudantes, em sua maioria moradores da região.
Alguns professores, tanto da UFMT quanto da Unemat (Universidade Estadual de Mato Grosso), relataram que buscam diálogo com os acadêmicos para que haja bom senso no ambiente em que as festas acontecem.
“Este é um assunto que envolve diversas esferas e diferentes setores, por isso é importante que haja um diálogo e um debate sobre o tema para alcançarmos soluções. Enquanto cidadão, a gente entende o incômodo por que passam esses moradores, mas ao mesmo tempo precisamos entender o outro lado, composto por donos de bares e similares e aqueles que organizam festas”, destacou Sugizaki.
O parlamentar ainda explicou que, hoje, não há leis municipais específicas para coibir ou multar uma pessoa ou empresa por conta da perturbação, mas colocou a Câmara à disposição para promover uma audiência pública – ainda sem data e horário definidos. “A universidade também tem papel fundamental nesse diálogo no sentido de orientar seus estudantes”, destacou o pró-reitor da UFMT, Fábio Lourenço.
DISQUE SILÊNCIO
Sinop já teve um “Disque Silêncio”. A Lei nº 845, de 18 de maio de 2005, tinha por objetivo oferecer à população um número telefônico, disponível 24 horas por dia, em todos os dias da semana, para adotar providências necessárias quando a paz e o sossego público estivessem sendo perturbados por algazarra, som alto ou qualquer outro tipo de barulho incompatível com os padrões da normalidade.
Na época, os níveis máximos de som permitidos na cidade eram de 85 decibéis, no horário compreendido entre 8h e 22h, nas zonas residenciais, comerciais, industriais e aeroportuárias. Entretanto, a lei foi revogada em 2009.
Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA
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