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VAGA ABERTA: Agronegócio quer vaga no Senado deixada por Selma
Sem representantes do Senado, setor quer unir forças para conquistar vaga pendente
13 de Dezembro de 2019 as 06h 00min
Foto: Divulgação
CLEMERSON SM / clemersonsm@msn.com
Após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em cassar o mandato da senadora Selma Arruda (Podemos), nesta semana. E a definição da realização de uma eleição suplementar, a corrida pela vaga começou.
E o setor do agronegócio quer esta vaga. Ao todo são quatro possíveis postulantes para representar o setor na atípica corrida eleitoral, já que na eleição convencional, das duas vagas disponível o setor que é o pulmão e o coração de Mato Grosso, não conseguiu eleger nenhum de seus representantes.
Um deles é o ex-governador, Carlos Fávaro (PSD), ele disputou a eleição do ano passado e acabou ficando em terceiro lugar, atrás de Selma Arruda então candidata do PSL e de Jayme Campos do Democratas. Ele chegou a pedir junto ao TSE que na condição de terceiro colocado nas eleições, assumisse a cadeira até que a nova eleição fosse realizada, mas a Justiça Eleitoral rejeitou seu pedido.
Outro nome que passa a ganhar peso no estado para a disputa é o do atual vice-governador, Otaviano Pivetta (PDT), que além da máquina pública estadual ao seu lado, conta também com o apoio de alguns deputados, tanto estaduais quanto federais, e também, com o apoio do governador Mauro Mendes (DEM). Pivetta tem boa entrada no norte de Mato Grosso, após administrar a cidade de Lucas do Rio Verde por dois mandatos.
Outro nome de Lucas do Rio Verde na disputa e também com forte ligação com o agronegócio é do atual deputado federal, Neri Geller (PP), que já foi ministro da Agricultura no Governo Dilma e hoje exercer a liderança da bancada mato-grossense em Brasília.
A surpresa fica por conta do nome de Antonio Galvan, o produtor rural, atual presidente da Aprosoja Mato Grosso e vice da Aprosoja Brasil, apesar de ser um nome totalmente fora dos radares políticos até aqui, vem se destacando na defesa do setor e já colecionou ao longo deste ano algumas polêmicas com o governo estadual, principalmente em relação ao Fethab. Seu nome já é bem visto em pelo menos 60 municípios mato-grossenses.
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