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Viaduto no Portão do Inferno é monitorado e trincas não indicam risco iminente
26 de Dezembro de 2025 as 09h 07min
Trincas mostradas no chão correspondem às juntas de dilatação – Foto: Divulgação
Nos últimos dias vídeos estão circulando nas redes sociais mostrando supostas rachaduras no trecho do Portão do Inferno, na rodovia MT-251 entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães.
Diante dos questionamentos proporcionados pelas imagens, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) traz esclarecimentos sobre a situação do local.
As trincas mostradas no chão correspondem às juntas de dilatação, elementos previstos em grandes estruturas de concreto. O local é monitorado diariamente pela Sinfra-MT e este monitoramento não indica risco iminente de colapso.
Juntas de dilatação são espaços projetados nas estruturas para permitir pequenas movimentações naturais causadas por variações de temperatura, peso dos veículos e diferenças de comportamento entre materiais. Elas funcionam como uma folga necessária para que o concreto possa se expandir ou se contrair sem gerar fissuras desordenadas.
Um exemplo comum está nas calçadas, que possuem cortes regulares no concreto para evitar rachaduras. Em grandes obras, como pontes e viadutos, esse tipo de junta é ainda mais essencial.
No caso do Portão do Inferno, as trincas visíveis estão localizadas na transição entre o viaduto, que é uma estrutura rígida de concreto armado, e o pavimento apoiado sobre o solo. Como esses dois elementos se movimentam de forma diferente, é esperado que ocorram pequenas aberturas no asfalto nesta região.
Essa diferença gera movimentações pequenas e controladas, que se manifestam justamente nas juntas. As medições realizadas por técnicos que acompanham a situação do local não indicam movimentações atípicas.
Fonte: DA REPORTAGEM
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