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Quarta Feira, 01 de Abril de 2026

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VILA RICA: Projeto auxilia produtores a recuperarem áreas degradadas

Senar-MT auxilia ao adotar técnicas de conservação e recuperação ambiental

25 de Abril de 2021 as 08h 00min

Foto: Senar-MT

DA REPORTAGEM

 

A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) está auxiliando produtores a recuperarem áreas degradadas em suas propriedades no interior do estado. Por meio do Projeto FIP – Paisagens Rurais, é realizada a adoção de técnicas de conservação e recuperação ambiental, além de práticas agrícolas sustentáveis de baixa emissão de carbono em bacias selecionadas do bioma Cerrado.

Em Vila Rica, no Nordeste do estado, o trabalho de recuperação é realizado no Assentamento São José. A ação conta com a parceria do Sindicato Rural de Vila Rica e da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente que cede gratuitamente arames e mudas das plantas que são utilizadas na recuperação das áreas.

Segundo o supervisor da ATeG, Marcelo Nogueira, atualmente são atendidas cerca de 90 propriedades nas cidades de Vila Rica e Santa Terezinha. “O projeto está atuando em duas bacias na região do Araguaia, que apresentam alto índice de desmate, principalmente próximo a nascentes e margens de rios”.

Nogueira conta ainda que o projeto também vai auxiliar os produtores com a recuperação das pastagens degradadas de suas propriedades. “Além do acompanhamento pela equipe técnica da propriedade, o projeto foca suas ações também na recuperação de Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e na recuperação de pastagens, o que faz com que o solo seja mais bem estruturado”.

O sítio Salgado Filho, localizado no Projeto de Assentamento (PA) São José, já recuperou 1.5 hectares de área degradada pelo projeto. A área conta com uma nascente que deságua em afluentes do Rio Araguaia. A APP está sendo recuperada por meio do plantio de mudas de árvores frutíferas e madeira de lei.

Segundo o proprietário do sítio, Antônio Alves da Silva, o projeto é muito importante para o futuro de sua propriedade. “Quando adquiri a área, ela já se encontrava degradada. Com o projeto já consegui plantar em torno de 700 árvores e isso é muito importante para a preservação”.

Silva reforça ainda que as ações conscientizam muitos produtores da região em relação à preservação ambiental. “No município há muitas áreas degradadas, se cada produtor plantasse árvores e recuperasse parte da área degradada da sua propriedade, já ajudaria a conservação ambiental”.

O projeto é coordenado pelo Serviço Florestal Brasileiro e pela Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação (SDI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Mapa).

Tem como parceiros a agência de cooperação técnica alemã GIZ, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), através do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e a Embrapa. O Projeto também conta com o apoio do Banco Mundial.

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