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Westworld – 4ª temporada

17 de Agosto de 2022 as 11h 00min

A quarta temporada de Westworld colocou a série de volta nos trilhos na base da repetição — sutil e com algumas reformulações, mas ainda assim uma repetição. Se no cenário macro a dominação de Charlotte/Holores (Tessa Thompson) se provou nada mais que um espelho do que a Delos fez com seus parques, mas com uma nova espécie dominante, nos detalhes também se percebeu acenos a eventos e reflexões que se tornaram marca registrada da criação de Lisa Joy e Jonathan Nolan, sobretudo no seu início.

Logo, não é de se surpreender que este ano tenha chegado ao fim com Dolores (Evan Rachel Wood) de volta aonde tudo começou.

Quer dizer, com Christine, sua versão que “transcendeu” todo o conflito, em busca de uma saída esperançosa na sua recriação do Westworld no Sublime.

Para chegar ali, porém, o seriado não economizou nas reviravoltas, obstáculos e despedidas — somente no penúltimo episódio, demos adeus a quatro personagens centrais da trama, isto é, Charlotte, Bernard (Jeffrey Wright), Maeve (Thandiwe Newton) e o William (Ed Harris) de carne e osso, muito embora aquele não tenha sido o ponto final para todos eles. Por isso, nada melhor do que uma breve recapitulação para entender onde Westworld chegou — e onde pretende chegar, se for renovada para uma quinta temporada.

Novamente, no centro da trama estava o embate entre humanos e anfitriões. De um lado, Charlotte tentava convencer seus pares a evoluírem e se desconectarem da experiência física no mundo real, ao mesmo tempo que os oferecia uma alternativa, isto é, ficar e fazer com seus criadores o que bem entendessem — afinal, os anfitriões são merecedores do direito ao livre arbítrio.

Do outro, Bernard seguia com seus esforços conciliatórios, procurando uma maneira de impedir a escalada do caos ou, pelo menos, o fim para todos, independente da espécie.

E, no meio desse cabo de guerra, Christine, uma Dolores morena, tão inocente quanto a primeira versão que conhecemos, questionando sua própria realidade.

Há esperança na sua voz, mas não há dúvidas de que o sentimento ao final é agridoce. O mundo como o conhecemos foi destruído, e mesmo sobreviventes como Frankie/C (Aurora Perrineau) e sua namorada não serão capazes de impedir a extinção da espécie. Imagine, então, Caleb, que é uma consciência humana em guerra com seu próprio corpo robótico.

A humanidade, enfim, encara seu ponto final. Christine/Dolores, portanto, só pode mantê-los vivos simbolicamente, com sua memória — eles e, por que não, outros anfitriões e até sua “amiga imaginária” Maya (Ariana DeBose).

Mas talvez seja justamente sua memória sua maior arma para impedir o impulso aniquilador que parece acompanhar todas as formas de vida inteligente. Ou, no mínimo, para ilustrar por que ainda vale a pena continuar tentando.

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